400 anos como escravos no Egito, um povo de Deus bem sofrido,
até que se ouviu um grito, pedindo a Deus pra escapar.
Logo, tudo ia mudar, a Páscoa Deus ia instaurar,
então Deus ia lembrar que com os filhos de Abraão Ele está.
A Bíblia diz, claramente, que o povo não estava contente,
se viram com fé, de repente, pra novamente a Deus clamar.
Então se ajoelharam correndo, pois muitos estavam sofrendo,
e Deus, que estava vendo, já havia marcado o tempo.
O plano do Pai será feito, a todo Israel um conserto,
e, mesmo com todo defeito, tratou de salvar do seu jeito.
Um menino nasce no Egito, em meio à perseguição,
a sua vida estava em perigo, dela dependia uma nação.
Uma mãe que se desesperava, uma irmã que era articulada,
na beirada um cesto estava, e uma mulher ficou apaixonada.
Foi assim que aconteceu: com Faraó ele cresceu,
mas, antes, ele foi amado por sua mãe, com o seu cuidado.
Moisés estava a salvo, poderia então viver
para cumprir o seu chamado e a Deus obedecer.
A sua história continua bela, até que um dia ele se rebela;
não sabia a quem defendia: se ao povo que o acolhia
ou àquele de quem o seu sangue vinha.
O próprio Deus que o escolheu,
não por ser grande ou por ser forte,
lá na sarça revelou a sua sorte,
e logo ele obedeceu.
De repente, ele entendia que por um povo ele vivia;
obra maior o Senhor requeria: que o livrasse de quem o oprimia.
Ele foi até Faraó, que não ouviu e, por si só,
condenou toda uma nação ao choro e à desolação.
O anjo passou por cima da casa que o sangue tinha;
nem de cão um latido se ouvia, a morte certamente vinha.
A Páscoa então foi feita de uma forma bem ligeira,
pois o povo ficou à espreita, saiu sem tocar trombeta.
O povo levou muita peça, andou e comeu depressa,
dançou e também e fez a festa, a graça de Deus manifesta.
O povo de Deus adorou, e todo Israel celebrou;
o sangue inocente os livrou, pois o anjo dali passou.
Para sempre a Deus celebrar,
esta data e também proclamar;
para sempre vão anunciar
que a Páscoa é sobre Deus os livrar.
400 anos ficou Deus sem falar, pois seu Filho ia enviar,
e João precisava bradar que o Messias ia se mostrar.
Um menino nasceu em Belém.
Como Ele, não havia ninguém;
o Espírito que dele provém
é Deus e do Pai é também.
Sem teto e sem local, pertinho de um animal,
o Filho de Deus é real, nasceu de parto natural.
Sua mãe era dedicada, o pai, o seu Deus, que guiava;
o anjo a José proclamava na hora em que ele sonhava.
O anjo a ele dizia: perigo o menino corria;
pro Egito então deveria morar com toda a família.
A profecia era anunciada,
a salvação já se revelava,
e o menino que foi pro Egito
agora pra Nazaré voltava.
Depois de seus trinta anos, o homem ali cresceu
e executou o seu plano; ao Pai ele obedeceu.
Jesus Cristo ali pregava o Reino de Deus que chegara,
e logo ele precisava cumprir toda a sua palavra.
No dia do batismo, ouvia
uma voz que do céu dizia:
“Ó meu Filho, que alegria!”
e o Espírito ali descia.
De amigos ele fez discípulos, de peixinhos uma bonança,
mas para o Reino que ele pregava, deveria ser como criança.
Depois de curar tanta gente e de fazer tanta coisa,
os líderes judeus ganharam força e tramaram um plano na moita.
Seu corpo era o pão, o seu sangue era o vinho;
a ceia agora era, então, a grande celebração.
Com beijo ele fora traído por aquele que fora escolhido;
grande dor não teria sentido se não entregasse o amigo.
Numa cruz foi imolado,
mas salvou o ladrão ao lado;
ao Paraíso foi levado,
o humilhado foi exaltado.
À Igreja, vale lembrar, que a mensagem não pode parar,
pois não foi símbolo passageiro, não foi ovelha nem coelho,
mas foi o Filho verdadeiro que o seu Pai entregou para imolar.
O Deus que foi encarnado,
que com o seu sangue derramado,
adentrou o grande Tabernáculo
que no Céu estava preparado
para aquele que ia entrar.
De novo aconteceu: a Páscoa que procedeu;
o Cordeiro se ofereceu e sobre a morte prevaleceu.
Três dias depois de sua morte, da tumba levantou o Deus forte;
e, antes que pro Céu Ele volte, primeiro mudou nossa sorte.
A Maria Ele apareceu, com os discípulos ele comeu;
a dureza repreendeu e a fé estabeleceu.
Então, Ele anunciou que pro céu agora eu vou,
mas deixo o Consolador guiando com o meu amor.
E vocês, que estão andando, vão logo também batizando,
a todo Israel ensinando, guardando o que eu vos mando.
Ao céu, Jesus foi subindo, o Pai aguardava o Ungido;
um trono de glória foi surgindo, à direita pro Filho bem-vindo.
Os discípulos voltaram adorando, reunidos, a Ele louvando,
a promessa de Deus esperando, o Espírito que estava a mando.
Se você quer uma nova vida, Jesus é a única saída;
para uma vida arrependida, sua oração também é ouvida.
E a todo que nele creu, o seu pecado também morreu;
vida eterna Ele ofereceu, pois a morte Ele já venceu.
A morte seguiu o seu rumo, o plano já entrou no prumo;
da Páscoa este é um resumo de como Deus salvou o mundo.
Hoje temos a segurança em Deus que nunca descansa;
Jesus é a minha herança, e eu vivo com confiança.
Tatiana Rabelo, estudante de Teologia da FCTP, bacharel em Direito e gestora do blog.